"Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar."
Sophia de Mello Breyner Andersen

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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Fossem estas gotas de chuva beijos teus
Que me contornassem o corpo
Devorando a minha vontade de ti!

Fossem estas gotas de chuva as tuas mãos
Que anseio com todo o meu querer
E percorressem toda a minha alma!

Fossem estas gotas de chuva o teu corpo
E nele ficar gravada
A minha sede de ti!
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4 comentários:

OUTONO disse...

Fossem estas gotas...as marcas de um caminho feliz...onde as bermas se unem no infinito...

poetaeusou . . . disse...

*
gotas
de gravadas vontades,
,
conchinhas
,
*

Baraújo disse...

e porque não... entre os pingos de chuva, beijos apaixonados...
e enquanto a chuva molda os corpos... a chuva destapa-os... beija-os...

saciando a sede de desejos... de algum modo, de alguma forma... algures. num qualquer lugar... à chuva!

beijo terno em plena chuva torrencial

Só Eu disse...

Lindo! Muito Lindo.
Fosse eu chuva em vez de mar...
Beijinhos carinhosos