"Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar."
Sophia de Mello Breyner Andersen

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sábado, 15 de novembro de 2008

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Deixo marcas da minha dor por onde passo
Sempre que a saudade aperta e fere-me...
Desenho-te num coração, sabias?
Faço-o perto do mar, pois sei que não é dor permanente
E quando te encontro novamente nos meus pensamentos
As ondas delicadamente apagam o meu sofrimento
E eu volto a sorrir, porque te sinto em mim.
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7 comentários:

Francis disse...

Adorei este texto, em primeiro pelo aspecto visual, gostei do pormenor da cor da letra em consonância com a foto, que diga-se é muito expressiva.
Depois, e não menos importante, pelo conteudo; É que apesar de pequeno, o texto tem a profundidade de mil folhas.
1 Beijo.

Baraújo disse...

adorei som. adorei o texto adorei...

absolutamente fantastica esta imagem... muito.... muito bonita... sabes o que lhe vai acontecer nao sabes???

um enorme beijo...

poetaeusou . . . disse...

*
a subtileza
do mistério,
,
conchinhas,
,*

melgadoporto disse...

Sem dúvida!
Quando a saudade aperta, dói.
Um doer que demora a passar.
Se é que passa ou passará alguma vez.
Pois cada momento, de saudade, é diferente.
:-)

ZeManel disse...

O Amor...
É indubitavelmente lindo!!!!
Beijos

Brain disse...

Texto fantástico este!
SENTE-SE!

Um Beijo Meu.

Pierrot disse...

Deixo marcas da minha dor por onde passo...
Extraordinário...
Simplesmente desconcertante e uau para a escolha musical
Bjos daqui
Pierrot